“Ó Pinheiro, sabe porque gosto de si? Porque é uma pessoa aberta a quem podemos dar opiniões! Pode não segui-las, mas pelo menos ouve-nos e dá-nos atenção.”
Obrigado.
“Ó Pinheiro, sabe porque gosto de si? Porque é uma pessoa aberta a quem podemos dar opiniões! Pode não segui-las, mas pelo menos ouve-nos e dá-nos atenção.”
Obrigado.
Ensinaram-me…
Aprende com quem sabe, mas não imites, nem copies. Absorve conhecimento para depois seres tu próprio e criares o teu mundo. Mais tarde, tu também vais ensinar, mas não cries clones da tua pessoa. Deixa que aqueles que aprendem contigo sejam livres.
Ensinaram-me…
Ouve muitas opiniões, mas filtra aquelas que realmente te ajudam a crescer. Não dês importância a tudo o que te dizem, pois pode ser dito para te prejudicar. Tu vais percebe, no teu íntimo, quais são os bons e quais são os maus conselhos.
Ensinaram-me…
Defende o teu trabalho e aquilo que construíste. Esconde-te no momento da glória e mostra-te no momento do insucesso.
Ensinaram-me…
Tens que saber desistir, quando o teu esforço é em vão. Não é vergonha admitir que não conseguimos… Não é vergonha admitir que fracassamos. Vergonha é continuar a errar sem a consciência que somos incapazes.
Ensinaram-me…
Errar, toda a gente erra. Agora, errar sucessivamente, achando que estamos a agir bem é sinal de estupidez. Tens que estar atento aos teus erros e perceber se estás a ser estúpido ou não.
Ensinaram-me…
Quanto mais longe chegares, mais dificuldades te irão colocar. O sucesso tem um preço muito alto e tens que saber se estás preparado para o pagar.
Ensinaram-me…
Defende os teus princípios e não abdiques deles. A tua integridade, mais cedo ou mais tarde, será recompensada. Não te prostituas a troco do sucesso rápido. Com a mesma rapidez vem a desgraça.
Ensinaram-me…
Define objectivos para a tua vida e meios para os atingir. Sem dares passos maiores que a perna, fixa os olhos no teu destino e corre na sua direcção.
Ensinaram-me…. que um dia iria reflectir sobre tudo isto…
Cosmética.
Areia para os olhos.
Para inglês ver.
Ou, simplesmente, falta de senso, falta de sentido de ridículo, falta de vergonha.
O barco afunda e, no entanto, continuamos orgulhosos de ser o maior barco de sempre, mas ele continua a afundar.
As tropas americanas entravam em Bagdade e o Ministro da Guerra Iraquiano afirmava que os ianques iam arder dentro das fardas.
O amor próprio perdeu-se?
Assumimos, definitivamente, a nossa própria prostituição?
Já diz o povo que “mais vale parecer do que ser”…
E estes parecem. Mas estão longe de o ser. Estão cada vez mais longe de o ser e um dia a máscara tão bem moldada vai cair.
Alguém já gritou “o Rei vai nu”. Mas o Rei, egoísta, orgulhoso, mandou matar tão infame caluniador. Mas continua nu. Despido. Vestido apenas com o manto da ilusão por si próprio tecido.
“O Rei vai nu” grita outro corajoso e novo pelotão de fuzilamento avança. E são sempre os mesmos. O mesmo esquadrão da morte. Tão, ou mais, despido que o próprio rei.
Sucedem-se os gritos de “O Rei vai nu”, “o navia afunda”, “salve-se quem puder” e o esquadrão da morte dispara, degola, assassina.
E o ansiado dia da glória eterna aproxima-se e aproxima-se, também, o dia da suprema humilhação.
“Vou realizar uma vingança terrível contra eles, com violentos castigos, para que saibam que eu sou o Senhor, quando me vingar deles.” Ezequiel, 25:17
Foi mais uma noite sem dormir.
Sobressaltado pela distância e pela ausência.
Acordado pelas doces memórias do teu corpo,
Do teu beijo,
De tudo o que é teu e me leva à perfeição da felicidade…
Não dormi..
Nem um segundo…
Porque o meu coração mantinha-se acordado na busca pelo teu
Querendo saltar do peito e arrebatar-me,
Mais uma vez,
Aos teus braços
À ternura desse olhar que me desfaz,
Que me faz sentir o ser mais amado do Universo
Não perguntes como, nem porquê, nem quando…
Não perguntes porque solta a minha garganta este grito de saudade…
Não perguntes porque tenho o teu nome tatuado na minha pele, com a tinta quente da tua ausência…
Não perguntes porque sempre que fecho os olhos me sinto arrebatado para os teus braços…
Não perguntes porque é que os meus lábios procuram os teus…
Não perguntes porque choro com a doçura do teu rosto…
Não perguntes porque te amo tanto quando estou dentro de ti…
Não perguntes porque te beijo como se o Mundo já não existisse…
Não perguntes porque te possuo como se possuísse o Céu…
Responde, ontem, amanhã, sempre…
Responde com o teu grito distante…
Responde com o teu corpo tatuado pelo meu…
Responde com um sorriso…
Responde com um beijo…
Responde com lágrimas…
Responde dentro de mim…
Responde com a eternidade…
Responde com o êxtase…
Eu querer, quero a toda a hora…
Os teus olhos e a tua boca
A tua boca na minha
Lábios doces
Ternos
Que me dizem tanto quando se abrem aos meus
Eu querer, quero a toda hora
Saber-te ao meu lado
Calmamente ouvindo o meu Mundo
As memórias de um tempo em que não existias
E os sonhos do futuro em que te quero
Eu querer, quero a toda a hora
O meu corpo envolto pelo teu
Perdido na brancura da tua pele
Bebendo o teu suor
Perdendo-me no teu sorriso
Naufragando na loucura do teu desejo
Eu querer, quero a toda a hora…
Agarrar a tua mão
Como se agarrasse um sopro de vida
Rendendo-me à ternura
De sentir os teus dedos beijar a minha pele
Eu querer, quero a toda a hora…
Brazil –http://www.facebook.com/video/video.php?v=194144743957225&comments
Pennsylvania 6-5000 –http://www.facebook.com/video/video.php?v=194141007290932&comments
Live and Let Die – http://www.facebook.com/video/video.php?v=194135987291434&comments
Abandono – http://www.facebook.com/video/video.php?v=194133587291674&comments